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FESTA SURREAL DA TORCIDA EM MAIS UMA VITÓRIA DO VASCÃO DE RENATO GAÚCHO - VASCO 2 x 1 GRÊMIO

ESSA TORCIDA MERECE: O GAMA É CAMPEÃO DE NOVO - GAMA 0 x 0 SOBRADINHO

23 EXPULSOS! IMAGENS EXCLUSIVAS DA BRIGA GENERALIZADA EM CRUZEIRO 1 x 0 ATLÉTICO MG





GOIÁS 🆚 CLUBE DO REMO
29/07 🕥 21h35
📺 na ESPN e no Disney+
SÉRIE B 🇧🇷
RODADA 19 @espnbrasil @disneyplusbr
#SérieBNaESPN #DisneyPlus


Não havia GPS, localizador nem celular. Era só nós, Deus, a bola. Nossas mães tinham mais sorte que juizo, talvez, e uma confiança total de que daria tudo certo. E dava mesmo.
A sola do pé era grossa, pois jogar descalço era a escolha de pelo menos 7 em cada 8 moleques. De vez em quando uma bolha gigante surgia ou a tampa do dedão era decepada por um chute que saiu um milímetro a mais do que precisava.
Não tinha aquecimento, alongamento ou contusão. No máximo, a gente se machucava um pouco (esperou o contato, o contato veio) e continuava correndo.
Todo mundo tinha apelido: o gordo, feijão, meia-vida, murissoca, australopitecus, batavo, tânderquéti, marmita, cibalena, cocô, lila, tin tones, padreco, abacate e o fi da véia. Só apelido bom, daqueles que deixavam o moleque enfurecido.
Tinha o futebol de campo, o futebol de salão e o futebol de tudo, pois a gente jogava praticamente em qualquer lugar. Qualquer espaço, toda superfície era a nossa cancha.
Era cada moleque ruim de bola; dibres inesquecíveis: golaços que ninguém filmou; jogadas magistrais e bizarras que só a gente viu.
Um festival de boladas no portão ou na lataria dos carros. Tinha sempre a vizinha braba; a bola que passava por cima do muro e nunca mais voltava.
A bola de capotão, a dente de leite, a bola de meia. A bola na trave, a bol




Quem É MAIOR: o GOIÁS ou o REMO?
GOIÁS 🆚 CLUBE DO REMO
29/07 🕥 21h35
📺 na ESPN e no Disney+
SÉRIE B 🇧🇷
RODADA 19
@espnbrasil @disneyplusbr
#SérieBNaESPN #DisneyPlus
5 months ago

A gente saia de casa no sábado e no domingo de manhã para ir jogar bola e só voltava para almoçar, quando voltava.
Não havia GPS, localizador nem celular. Era só nós, Deus, a bola. Nossas mães tinham mais sorte que juizo, talvez, e uma confiança total de que daria tudo certo. E dava mesmo.
A sola do pé era grossa, pois jogar descalço era a escolha de pelo menos 7 em cada 8 moleques. De vez em quando uma bolha gigante surgia ou a tampa do dedão era decepada por um chute que saiu um milímetro a mais do que precisava.
Não tinha aquecimento, alongamento ou contusão. No máximo, a gente se machucava um pouco (esperou o contato, o contato veio) e continuava correndo.
Todo mundo tinha apelido: o gordo, feijão, meia-vida, murissoca, australopitecus, batavo, tânderquéti, marmita, cibalena, cocô, lila, tin tones, padreco, abacate e o fi da véia. Só apelido bom, daqueles que deixavam o moleque enfurecido.
Tinha o futebol de campo, o futebol de salão e o futebol de tudo, pois a gente jogava praticamente em qualquer lugar. Qualquer espaço, toda superfície era a nossa cancha.
Era cada moleque ruim de bola; dibres inesquecíveis: golaços que ninguém filmou; jogadas magistrais e bizarras que só a gente viu.
Um festival de boladas no portão ou na lataria dos carros. Tinha sempre a vizinha braba; a bola que passava por cima do muro e nunca mais voltava.
A bola de capotão, a dente de leite, a bola de meia. A bola na trave, a bol
5 months ago

Esse mlk joga muito, tem que ser titular apenas.
5 months ago